sexta-feira, 11 de setembro de 2009

UMA CORRENTE DIFERENTE!!!

Trata-se de um movimento de apoio à idéia do senador Cristovam Buarque, que era candidato a presidente com a proposta da educação. Ele apresentou um projeto de lei propondo que todo político eleito(vereador, prefeito, deputado, etc.) seja obrigado a colocar os filhosna escola pública.As conseqüências seriam as melhores possíveis.. Quando os políticos sevirem obrigados a colocar seus filhos na escola pública, a qualidadedo ensino no país irá melhorar.E todos sabem das implicações decorrentes do ensino público que temosno Brasil.
SE VOCÊ CONCORDA COM A IDÉIA DO SENADOR, DIVULGUE ESSA MENSAGEM no seu dia-a-dia e pela internet (em cópia oculta e apague o endereço de quem lhe enviou, para evitar SPAM).. E ajude a REALIZAR essa idéia. Ela pode, realmente, mudar a realidade do nosso país.
O projeto PASSARÁ, SE HOUVER A PRESSÃO DA OPINIÃO PÚBLICA. só a atitude persistente levará à paz >>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>> PROJETO DE LEI DO SENADO Nº , DE 2007 Determina a obrigatoriedade de os agentes públicos eleitosmatricularem seus filhos e demais dependentes em escolas públicas até2014.
O CONGRESSO NACIONAL
Decreta: Art. 1º Os agentes públicos eleitos para os PoderesExecutivo e Legislativo federais, estaduais, municipais e do DistritoFederal são obrigados a matricular seus filhos e demais dependentes emescolas públicas de educação básica. Art. 2º Esta Lei deverá estar em vigor em todo o Brasilaté, no máximo, 1º de janeiro de 2014. Parágrafo Único. As Câmaras de Vereadores e AssembléiasLegislativas Estaduais poderão antecipar este prazo para suas unidadesrespectivas. JUSTIFICAÇÃO No Brasil, os filhos dos dirigentes políticos estudam aeducação básica em escolas privadas. Isto mostra, em primeiro lugar, amá qualidade da escola pública brasileira, e, em segundo lugar, odescaso dos dirigentes para com o ensino público. Talvez não haja maior prova do desapreço para com aeducação das crianças do povo, do que ter os filhos dos dirigentesbrasileiros, salvo raras exceções, estudando em escolas privadas. Estaé uma forma de corrupção discreta da elite dirigente que, ao invés deresolver os problemas nacionais, busca proteger-se contra as tragédiasdo povo, criando privilégios. Além de deixarem as escolas públicas abandonadas, ao seampararem nas escolas privadas, as autoridades brasileiras criaram apossibilidade de se beneficiarem de descontos no Imposto de Renda parafinanciar os custos da educação privada de seus filhos. Pode-se estimar que os 64.810 ocupantes de cargoseleitorais - vereadores, prefeitos e vice-prefeitos, deputadosestaduais, federais, senadores e seus suplentes, governadores evice-governadores, Presidente e Vice-Presidente da República - deduzamum valor total de mais de 150 milhões de reais nas suas respectivasdeclarações de imposto de renda, com o fim de financiar a escolaprivada de seus filhos alcançando a dedução de R$ 2.373,84 inclusiveno exterior. Considerando apenas um dependente por ocupante de cargoeleitoras. O presente Projeto de Lei permitirá que se alcance, entreoutros, os seguintes objetivos: a) ético: comprometerá o representante do povo com a escola que atendeao povo; b) político: certamente provocará um maior interesse das autoridadespara com a educação pública com a conseqüente melhoria da qualidadedessas escolas. c) financeiro: evitará a "evasão legal" de mais de 12 milhões de reaispor mês, o que aumentaria a disponibilidade de recursos fiscais àdisposição do setor público, inclusive para a educação; d) estratégica: os governantes sentirão diretamente a urgência de, emsete anos, desenvolver a qualidade da educação pública no Brasil. Se esta proposta tivesse sido adotada no momento daProclamação da República, como um gesto republicano, a realidadesocial brasileira seria hoje completamente diferente. Entretanto, atradição de 118 anos de uma República que separa as massas e a elite,uma sem direitos e a outra com privilégios, não permite aimplementação imediata desta decisão. Ficou escolhido por isto o anode 2014, quando a República estará completando 125 anos de suaproclamação. É um prazo muito longo desde 1889, mas suficiente paraque as escolas públicas brasileiras tenham a qualidade que a elitedirigente exige para a escola de seus filhos. Seria injustificado, depois de tanto tempo, que o Brasilainda tivesse duas educações - uma para os filhos de seus dirigentes eoutra para os filhos do povo -, como nos mais antigos sistemasmonárquicos, onde a educação era reservada para os nobres. Diante do exposto, solicitamos o apoio dos ilustrescolegas para a aprovação deste projeto. Sala das Sessões, Senador CRISTOVAM BUARQUE

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