DÁHLIA FREIRE CASCUDO - CENTENÁRIO DE "UMA FLOR SEM ESPINHOS"

Era assim que carinhosamente o Mestre Cascudo, a chamava e neste Centenário com texto de minha Amiga ou seria Irmã Emocional, Sentimental ou Espiritual que creio nisso, a Procuradora /Escritora cede texto belissímo para que possamos publicá-lo, homenageando assim a companheira, mãe, sogra, avó e disavó, obrigado!!! Anna Maria Cascudo Bareto por ter dividido comigo esta sua e agora nossa homenagem: Centenário de Dahlia Freire Cascudo Dhália nasceu no dia 18 de julho de 1909. Era a sétima filha do Juiz de Direito José Theotonio Freire e Maria Leopoldina Viana, conhecida por Sinhá, ambos de Macaíba. Aos dezesseis anos, aluna das Irmãs Dorotéias, conheceu o Acadêmico de Medicina e escritor Luis da Camara Cascudo. Foi o inicio de uma linda história de amor. Casaram em 1929, e foram felizes por 57 anos de união harmônica. Sem a doçura e compreensão de Dahlia, que Cascudo chamava “flor sem espinhos”, questionamos se a sua gigantesca obra seria concretizada com tal perfeição. No “Dicionário do Folclore Brasileiro” ele, na dedicatória, considerou-a “animadora incomparável”. Hoje sua filha Anna Maria, genro Camilo, netos Daliana, Newton e Camilla, bisnetos Diogo, Alana e Cecília, lembram o centenário de Dhalia Freire Cascudo, Diplomata da Ternura, navegando no oceano da saudade. Natal, 18 de julho de 2009. AMCB

* Para nós foi uma emoção imensa comemorar o centenário da nossa matriarca, DáhliaFreire Cascudo, no último dia 18 de julho, com uma missa na Igreja Santa Terezinha. Ela é um exemplo para todos nós que procuramos seguir...Mamãe tinha me falado da homenagem fez no seu Blog.Agradeço antecipadamente.Estou enviando algumas fotos dela, que era muito tímida e não gostava defotografias. Um grande abraço, Daliana Cascudo

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